Planet Creative Commons

This page aggregates blogs from Creative Commons, CC jurisdiction projects, and the CC community. Opinions are those of individual bloggers.

一起來看看「公眾領域計算器」!

CC Taiwan, April 18, 2014 02:43 PM   License: 姓名標示-相同方式分享 3.0 台灣

公眾領域,是創作不可或缺的一塊領域,越來越多的人也意識到它的重要性,這是一個能夠帶來創意無限、想像無限的地方。而所謂的公眾領域,除了指本身即不受著作權法保護的部分外[1],一般而言是指著作權保護期間屆滿之著作,該等已屆保護期間之作品即會成為公眾領域的一部分而成為大眾可以自由利用的公共財。然而,究竟要如辨識某一著作已屆保護期間或者仍受到著作權法之保護有其困難度,對於一般大眾而言,著作權法有其複雜性而不容易理解,從利用者角度而言,將可能無法清楚知道其欲使用之著作目前可利用範圍為何?此外,因為各國的著作權法規定皆不同,也會造成一個著作究竟是否成為公眾領域的一部分會因各國的著作權法規定不同而不同,必須依照各國法律個別認定之。

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MAiC kolejnym resortem, który wprowadza otwartość do konkursów grantowych

CC Poland, April 17, 2014 10:19 AM   License: Uznanie autorstwa 2.5 Polska

“Uczmy kodować”, ogłoszony w zeszłym tygodniu najnowszy konkurs grantowy Ministerstwa Administracji i Cyfryzacji, jest kolejnym konkursem zawierającym silne wymogi otwartościowe wobec grantobiorców. W założeniach konkursu czytamy:

“Oferent zobowiązany jest do publikacji materiałów przygotowanych w ramach realizowanego zadania publicznego w sposób otwarty, przez co należy rozumieć dostępność materiałów na jednej z wolnych licencji, zapewniających możliwość dowolnego wykorzystywania utworu lub bazy danych do celów komercyjnych i niekomercyjnych, tworzenia i rozpowszechniania kopii utworu lub baz danych w całości lub we fragmentach, oraz wprowadzania zmian i rozpowszechniania utworów zależnych.”

Ministerstwo zakłada również spełnienie standardów dostępności dla osób niepełnosprawnych (standard WCAG 2.0 na poziomie AA).

Bardzo nas cieszy fakt, że standardy otwartościowe są wdrażane w kolejnym konkursie MAiC (za pierwszym razem reguły te zostały wprowadzone po naszej interwencji w ramach Koalicji Otwartej Edukacji). Mamy nadzieję, że wraz z kolejnymi resortami wdrażającymi standardy otwartościowe, doprowadzimy do wprowadzenia jednolitej reguły otwartości zasobów finansowanych w gramach konkursów grantowych ze środków publicznych.

Przed nami duże wyzwanie – reguły dostępności zasobów finansowanych w ramach Programów Operacyjnych, w nowej perspektywie finansowej 2014-2020. Pracujemy nad raportem w tej kwestii.

 

在這裡實習的日子--劉彥岑

CC Taiwan, April 15, 2014 01:21 AM   License: 姓名標示-相同方式分享 3.0 台灣

我在去年七月的時候進來台灣創用CC計畫,今年一月的時候結束,時間大約半年,期間主要的工作是參與創用CC計畫在台灣設計師週的享用設計展,以及新版的創用CC網站設計。

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As licenças CC 4.0 estão chegando

CC Brazil, April 14, 2014 10:51 PM   License: Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Brasil

4.0vemaí

Em novembro de 2013, após mais de dois anos de trabalho, a Versão 4.0 das licenças Creative Commons (CC) foi lançada. As novas licenças são um conjunto de ferramentas jurídicas mais globais e estão prontas para serem usadas por qualquer jurisdição do mundo, sem precisarem ser adaptadas às legislações específicas de cada país. A equipe brasileira está começando a fazer sua tradução ao Português, juntamente com o CC-Portugal, e irá submetê-la a contribuições em uma consulta com a comunidade no segundo semestre de 2014.

Dezenas de melhorias foram feitas em relação às licenças 3.0, mas algumas merecem uma atenção especial. Este texto foi elaborado com base no comunicado divulgado no site oficial do Creative Commons e no artigo de Luisa Guzmán (@lfdagm), advogada, pesquisadora da Fundação Karisma e membro da equipe CC-Colômbia. Para um balanço mais detalhado sobre as novas disposições, visite a página da 4.0 no Creative Commons wiki.

Uma licença mais global

A versão 3.0 das licenças CC e suas anteriores foram traduzidas e adaptadas às particularidades das leis locais em mais de 60 jurisdições, com a colaboração de voluntários e especialistas em direitos autorais e em licenciamento aberto. As novas licenças foram amplamente debatidas e ajustadas com a comunidade internacional para serem válidas em todas as jurisdições onde o CC atua. Ao invés de serem adaptadas (o que chamamos de porting), elas somente terão traduções oficiais, para que os usuários das obras licenciadas ao redor do mundo possam ler os termos integralmente em seus idiomas locais.

Como o novo texto é consideravelmente mais fácil de ler, mais curto e melhor organizado, licenciantes e licenciados podem entender melhor os seus direitos e obrigações. A redução de confusões e desacordos sobre como as licenças operam contribui para que a versão 4.0 se torne o conjunto mais executável de licenças CC até hoje.

Qual é a sua vigência e como convivem com as versões anteriores das licenças?

Em primeiro lugar, é importante levar em conta que as novas licenças 4.0 não se aplicam automaticamente às obras que já tenham sido licenciadas com uma versão anterior de CC. Portanto, para que sejam aplicáveis, os titulares devem fazer uma atualização, voltando a licenciar suas obras com CC 4.0. Caso isso não ocorra, as licenças anteriores continuam vigentes nos mesmos termos. Assim, as diferentes versões convivem umas com as outras.

No entanto, o uso de determinada versão das licenças vai revelando suas fraquezas ou necessidades, e a discussão da comunidade vai diferenciando os temas que são superficiais dos mais substanciais. Recomenda-se sempre utilizar as novas versões das licenças por incorporarem mudanças discutidas amplamente com a comunidade CC e especialistas internacionais, o que as torna ferramentas melhores. O Creative Commons valoriza as contribuições em relação à redação das licenças e considerará pedidos para adaptá-las, conforme o necessário. A discussão sobre atualizações é liderada pelo CC, mas é aberta por meio de listas colaborativas (especialmente http://lists.ibiblio.org/mailman/listinfo/cc-licenses).

Características:

• As licenças CC 4.0 facilitam a atribuição dos créditos pela autoria de uma obra

Agora é possível cumprir o requisito de reconhecer a autoria de uma obra fornecendo o link de uma página web separada onde se encontre a informação sobre o autor e sobre a obra. Trata-se de uma prática habitual na Internet, porém esta versão elimina qualquer incerteza sobre o seu uso. Por exemplo, se uma fotografia com licença CC for tirada do Flickr e postada em um blog com o respectivo link para o Flickr, ainda que no blog não esteja indicado diretamente quem é o autor e qual é o título da obra, a indicação do site onde pode ser encontrada toda essa informação é suficiente.

Vale a pena ressaltar que agora tampouco é obrigatório mencionar o título da obra para realizar corretamente a atribuição. As licenças CC 4.0 reconhecem que muitas obras não possuem um título, mas é recomendável mencioná-lo quando conhecido. Esta regra é especialmente valiosa para obras colaborativas, coletivas e dinâmicas próprias da Internet, como, por exemplo, a Wikipédia.

• As licenças CC 4.0 permitem corrigir as violações de licença

Todas as versões anteriores das licenças CC estabeleciam que a autorização para o uso de uma obra licenciada com CC terminava caso o(a) usuário(a) descumprisse seus termos. A versão 4.0 permite que o usuário recupere seus direitos automaticamente caso a violação da licença seja corrigida em um prazo de trinta dias.

• As licenças CC 4.0 têm novos mecanismos de compatibilidade

Anteriormente, as licenças CC BY-SA (Atribuição – CompartilhaIgual) permitiam que as contribuições e as adaptações das obras se licenciassem com a mesma licença ou com uma licença CC compatível. As novas licenças CC 4.0 ampliaram esta possibilidade às licenças CC BY-NC-SA (Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual), embora até o momento o Creative Commons não tenha estabelecido quais são as licenças consideradas compatíveis.

• Clareza sobre adaptações

As licenças BY (Atribuição) e BY-NC (Atribuição – NãoComercial) 4.0 são mais claras sobre como as adaptações devem ser licenciadas. Elas agora esclarecem que você pode aplicar qualquer licença à sua contribuição, contanto que a sua licença não impeça que os usuários do remix cumpram a licença original.

• As licenças CC 4.0 permitem modificações no âmbito privado a obras que não admitem derivações

Os licenciados, dentro do seu âmbito privado, têm direito de criar adaptações de obras sob uma licença que não admite derivações – como a CC BY-ND (Atribuição – SemDerivações) ou a CC BY-NC-ND (Atribuição – NãoComercial – SemDerivações), por exemplo –, mas não têm autorização para compartilhar estas adaptações de forma pública. Esta mudança reconhece o uso privado das obras e favorece usos como a mineração de dados ou de texto e outros que não necessariamente estão permitidos pelas exceções e limitações aos direitos autorais, que em certos casos requerem a modificação das obras.

• As licenças CC 4.0 possibilitam o exercício dos direitos licenciados sem deixar de reconhecer os direitos morais

Os direitos morais são referentes à relação do autor com sua obra, protegem sua reputação e o valor que ela representa para o seu criador. Nas legislações em que existem (como a brasileira), são inalienáveis e irrenunciáveis. As licenças CC 4.0 estabelecem que, nas legislações que reconhecem os direitos morais, tais devem ser respeitados. É importante lembrar que a atribuição é um direito moral e é um elemento obrigatório em todas as licenças CC.

• Mais anonimato quando desejado

A versão 3.0 incluía uma disposição que permitia que o licenciante requisitasse que um licenciado removesse a atribuição de uma adaptação, caso ele não quisesse seu nome associado a ela. A versão 4.0 expande esta disposição para que se aplique não somente a adaptações, mas também a reproduções integrais de um trabalho. As licenças agora abordam especificamente situações onde os licenciantes desejam se desassociar dos usos dos seus trabalhos aos quais eles se opõem, mesmo que o trabalho não tenha sido modificado ou publicado em uma coleção com outros trabalhos. O objetivo é o exercício do direito do autor, por decisão própria, de se desassociar dos usos de suas obras, uma vez perca o controle sobre elas.

• As licenças CC 4.0 aplicam direitos sui generis a bases de dados (fora do âmbito do direito autoral)
Em alguns países, existem direitos sui generis sobre as bases de dados, que vão além dos direitos autorais e podem ser aplicados a conteúdos que acessamos pela Internet. Muito embora o Creative Commons seja crítico desses direitos sui generis, as licenças 4.0 contêm disposições que fazem com que sejam aplicáveis às bases de dados nos países em que esses direitos existem (não é o caso no Brasil), o que não estava previsto na versão 3.0.

Project Gooseberry: Full-length CC BY animated film

Creative Commons, April 14, 2014 09:11 PM   License: Attribution 3.0 Unported

Here at CC, we’re big fans of the Blender Foundation, which supports the open-source Blender 3D animation suite and produces beautiful animated films. The films are built entirely with open technologies and are licensed under CC BY. Big Buck Bunny, one of the early Blender films, raised a lot of awareness about Creative Commons licenses among animators and helped fuel the Creative Commons film movement.

Today, Blender is crowdfunding its most ambitious project yet, a full-length animated film codenamed Project Gooseberry. The enigmatic trailer definitely sparked my curiosity:

In this blog post, Blender Foundation chair Ton Roosendaal lays out his ambitious goal for Gooseberry and projects like it:

There’s a real growing unrest out there about how a few greedy people control this business – making their billions – while others lose jobs in the same week their company has won an Oscar. Yep, Mark Z. buys another toy for billions, which he makes by selling our digital lives. And we nerds just line up for yet another Marvel super hero movie again. Meanwhile the powers that be prepare for a separated internet – with fast and “free” commercial channels – and a slow, expensive one for the remains of the open internet we love.

I’m not fit for politics, nor do I feel much like protesting or mud slinging. I’m a maker – I’m interested in finding solutions together and doing experiments with taking back control over our digital lives, our media, and especially get back ownership as creative people again – and make a decent living with it.

The crowdfunding campaign ends this week. Check it out!

Найпоширеніші запитання про Creative Commons

CC Ukraine, April 13, 2014 03:09 PM   License: Attribution 3.0 Unported

Сергій Токар переклав українською відповіді на найпоширеніші запитання про ліцензії, юридичні та технічні засоби Creative Commons:  Про Creative Commons Що таке Creative Commons і чим ми займаємось? Чи Creative Commons виступає проти авторського права? Що означає «Деякі права застережені»? Чи може Creative Commons надати правничу консультацію щодо їхніх ліцензій чи інших механізмів, або допомогти з [...]

CC BY 4.0 ako požiadavka grantu

CC Slovakia, April 13, 2014 02:40 PM   License: Attribution-ShareAlike 3.0 Unported

Licencie Creative commons sa dlhé obdobie snažia o rozšírenie ich využívania v rámci rôznych grantov, činnostiach inštitúcií financovaných zo štátneho rozpočtu, ale aj neziskových a akademických inštitúcií. Postupne je čoraz viac rozšírený názor o potrebe zabezpečiť dostupnosť materiálu získaného z verejných financií. Jednou z možností je využitie napr. licencie CC BY 4.0. Práve táto licencia je súčasťou a podmienkou udelenia grantu v rámci U.S. Department of Labor, kde je vyžadovaná aplikácia CC BY 4.0 na všetky výstupy získané z udeleného grantu. Možno práve toto je najlepšia cesta ako zabezpečiť, čo najširšie a legálne využívanie materiálu financovaného z verejných prostriedkov.

Фінський музей фотографії створив колекцію на Flickr Commons

CC Ukraine, April 13, 2014 01:38 PM   License: Attribution 3.0 Unported

10 квітня Фінський національний музей фотографії долучився до Flickr Commons - онлайн репозиторію зображень під відкритими ліцензіями. На цю колекцію музею не поширрюється дія авторського права і вона містить найстаріші кольорові фотографії – автохроми, історичні фотографії фінської архітектури, тощо. (Finnish Museum of Photography joins Flickr Commons)

SocialBoost Open Data, 27–28 квітня 2014, Київ

CC Ukraine, April 13, 2014 01:23 PM   License: Attribution 3.0 Unported

SocialBoost Open Data – це 48-годинний конкурс-хакатон на тему розробки соціально-корисних веб-проектів, що працюють на основі відкритих даних уряду, який відбудеться у Києві 27–28 квітня 2014 року. Ініціативи відкритого уряду зазвичай містять три технологічні напрямки: відкриті дані, відкриті стандарти і відкриті технології. Однією з перших цілей глобальної ініціативи відкритого уряду є публікація урядових даних для [...]

Інтерв’ю з Амандою Палмер про економіку дарунку

CC Ukraine, April 13, 2014 01:06 PM   License: Attribution 3.0 Unported

Ричард Барлет, один із співзасновників Loomio для колективного ухвалення рішень, взяв інтерв’ю в Аманди Палмер, співзасновниці гурту “The Dresden Dolls“. Цей музичний дует з Бостона, стиль якого Аманда Палмер описала як “Брехтівське панк-кабаре”, побудував успішну кар’єру на економіці дарунку. Їхню музику можна завантажувати, заплативши, хто скільки зможе (якщо немає можливості заплатити, можна завантажити безплатно і [...]

Przegląd linków CC #128

CC Poland, April 13, 2014 11:53 AM   License: Uznanie autorstwa 2.5 Polska

1. Otwarte zasoby edukacyjne w krajach nordyckich stoją przed podobną barierą do Polski, jest to bariera językowa. Większość największych i odnoszących największe sukcesy projektów jest angielskojęzyczna. Aplikacje i usługi dla otwartych zasobów również najczęściej są jedynie angielskojęzyczne. Więcej o problemie i o tym co można robić by go zmniejszać na blogu Nordic OER( jęz. angielski). http://nordicoer.org/adopting-oer-less-used-languages-need-hard-talk-tools-infrastructure/

2. Znów na danych z USA i po angielsku, ale odsyłamy Was do analizy cen podręczników szkolnych i tego jaki wpływ na nie mogą otwarte zasoby edukacyjne. OpenSource.com pisze o perspektywie odbiorców czyli uczniów i nauczycieli oraz o podstawowym problemem ograniczającym rozwój otwartych zasobów edukacyjnych czyli łatwości filtrowania masy zasobów pod konkretne potrzeby. Przy okazji polecają krótki kurs o otwartych zasobach na CUNY Academic Commons.

Scratch lesson_CCBY_Waag Society

3. Niespodziewanie w sieci pojawiała się bardzo ciekawa i dobrze przygotowania kampania promująca kopiowanie, wolne licencje i trochę prywatność po prostą nazwą Copy Me. Organizatorzy i organizatorki kampanii przygotowali również akcję społecznościowego finansowania mini serii animacji o dzieleniu się, na którą zbierają pieniądze za pomocą IndiGogo. http://copy-me.org/

4. Tematem najnowszego numeru kwartalnika IT w Edukacji jest Legalna Szkoła, znajdziecie tam teksty m.in. o prawie autorskim, otwartych zasobach edukacyjnych i ochronie wizerunku.

5. Cory Doctorow na łamach Boing Boing opisał dokładnie złe zmiany zachodzące w serwisie Flickr, od lat największym repozytorium fotografii w sieci, niezwykle popularnym również dzięki świetnej integracji licencji Creative Commons. Niestety zmiany od czasu przejęcia go przez Yahoo psują zarówno sposób wyświetlania jak i metadane na temat licencji, które umożliwiały działanie wielu aplikacji do wyszukiwania i atrybucji licencji zdjęć.

6. Open SUNY textbooks, projekt bibliotek Uniwersytetu stanowego Nowego Yorku publikuje kolejne otwarte podręczniki (niestety tylko do niekomercyjnego wykorzystania), najnowszy to wstęp do edukacji informacyjnej.

7. Amanda Palmer, artystka i muzyczka w wywiadzie dla Sharable opowiada o ekonomii daru i tym jak można zastosować ją z sukcesem w przemyśle muzycznym (i nie tylko). Wywiad z Amandą Palmer przeprowadził Richard D. Bartlett, współtworzący otwartą aplikację do podejmowania kolektywnie decyzji Loomio.

8. Amerykański Instytut Zdrowia (NIH), jedna z pierwszych tak dużych publicznych instytucji finansujących badania która wprowadzała zasady otwartego dostępu stawia na silniejsze wymuszanie tego zapisu wobec naukowców, którzy mimo finansowania przez nią nie publikują w otwartym dostępie i grozi odcinaniem im środków.

9. Jedną z ciekawszych wiralnych wiadomości ubiegłego tygodnia była premiera fontu Comic Neue, który ma stanowić profesjonalną i dobrą typograficznie alternatywę dla “znienawidzonej” lecz bardzo popularnej czcionki Comic Sans. Comic Neue zaprojektowane przez Craiga Rozynskiego zostało dedykowane do domeny publicznej.

Zdjęcie aut. Waag Society, licencja Creative Commons Uznanie autorstwa

Think,and make changes!

CC Taiwan, April 10, 2014 06:42 AM   License: 姓名標示-相同方式分享 3.0 台灣

                                         圖片來源: COMMUNIA Policy Recommendations 

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Οικοδομώντας την συμμαχία για τα Κοινά

CC Greece, April 09, 2014 02:51 PM   License: Αναφορά Δημιουργού 3.0 Ελλάδα

Το δεύτερο Φεστιβάλ των Κοινών αποτελεί μια μοναδική ευκαιρία να συναντηθούν συλλογικότητες και εγχειρήματα που δραστηριοποιούνται με βασικό άξονα την αξία του μοιράσματος και της συμμετοχικής δημιουργίας. Παρά τις διαφορετικές αφετηρίες εκκίνησης και τα διαφορετικά αντικείμενα ενασχόλησης, οι δεσμοί των κοινών αξιών του μοιράσματος, της αλληλεγγύης, της συνεργασίας, της κοινωνικής δικαιοσύνης και της επιδίωξης αρμονικής σχέσης των ανθρώπων με τη φύση, διαμορφώνουν τον κοινό τόπο οικοδόμησης μιας πολιτικής συμμαχίας με σκοπό την ανάδειξη και την διεύρυνση των Κοινών. Η επιτάχυνση αυτής της διαδικασίας είναι σημαντική καθώς γίνονται ολοένα και πιο έντονα φανερά τα αδιέξοδα των σημερινών αντιλήψεων που περιορίζουν τον ορίζοντα της παραγωγής και αναπαραγωγής της κοινωνικής ζωής μεταξύ κράτους και αγοράς.

Τα Κοινά αποτελούν ένα πρακτικό παράδειγμα αυτο-διακυβέρνησης,  συμμετοχής και διαχείρισης πολύ διαφορετικών μεταξύ τους πόρων με τρόπο ώστε να καλύπτονται οι ανθρώπινες ανάγκες και το ΕΥ ΖΗΝ, χωρίς την διαμεσολάβηση των αγορών ή των κρατικών ιεραρχιών. Μέσα στο πολύπλοκο κοινωνικό και οικονομικό περιβάλλον τα Κοινά πρέπει να βρουν τη θέση που τους αντιστοιχεί ανάμεσα στις αγορές και το κράτος: να απλωθούν σε περισσότερους τομείς της κοινωνικής ζωής, να αποκτήσουν βιώσιμες οργανωτικές και οικονομικές δομές, να αναγνωριστούν σαν ένας διακριτός κατ” ελάχιστο ισότιμος πόλος οργάνωσης της κοινωνικής δραστηριότητας.

Στο πλαίσιο του δεύτερου Φεστιβάλ των Κοινών σας καλούμε να συμμετάσχετε στη συνάντηση που διοργανώνεται το Σάββατο 10 Μαίου στις 15:00-17:30, στο Ηράκλειο Κρήτης, με αντικείμενο την οικοδόμηση μιας ευρείας συμμαχίας για την διεύρυνση και την ενδυνάμωση των Κοινών.
Η συνάντηση μπορεί να κινηθεί σε δύο άξονες:

1. Την οικοδόμηση της πολιτικής συμμαχίας των κοινών

-Ποιά οργανωτικά μέτρα, κοινές δράσεις και πρωτοβουλίες μπορούν να σχεδιάσουν και να υλοποιήσουν από κοινού οι συλλογικότητες για την προώθηση της ιδέας και των αξιών των Κοινών;

-Με ποιό τρόπο μπορούν να προωθήσουν την συνεργασία τους με άλλα κινήματα που μοιράζονται κοινές αξίες (π.χ. εργατικό κίνημα, αγροτικό κίνημα, οικολογικό κίνημα, συνεταιριστικό κίνημα);

-Ποιές πολιτικές πρωτοβουλίες μπορούν να πάρουν για να διεκδικήσουν θεσμικές μεταβολές (ανοιχτή πρόσβαση στη γνώση, μεταρρύθμιση δικαίου πνευματικών δικαιωμάτων, απελευθέρωση δημοσίων πόρων, προστασία της βιοποικιλότητας και του φυσικού περιβάλλοντος, αξιοποίηση της δημόσιας περιουσίας στα πλαίσια των Κοινών κ.α.)

2. Την προαγωγή της οικονομικής και θεσμικής βιωσιμότητας των Κοινών

-Ποιές δράσεις μπορούν να μας βοηθήσουν να αυξήσουμε ποσοτικά την οικονομία των κοινών, την κυκλοφορία των κοινών;

-Ποιες μορφές επιχειρηματικότητας είναι συμβατές με τις αξίες των κοινών;

-Ποιές πρωτοβουλίες μπορούν να αυξήσουν την αναγνωρισιμότητα των Κοινών σαν μια εναλλακτική που είναι συμβατή με μέρος της μικρής επιχειρηματικότητας που αποτελεί την κύρια βάση του παραγωγικού ιστού της χώρας;

-Ποιές θεσμικές μεταβολές μπορούμε να προωθήσουμε απο κοινού για την αύξηση των εισροών στα Κοινά και την εξασφάλιση της βιωσιμότητας για τους ανθρώπους που δραστηριοποιούνται παράγοντας και αναπαράγωντας Κοινά;

Για την προέτοιμασία μιας αποτελεσματικής συνάντησης θα θέλαμε να μας καταθέσετε έστω και μια συγκεκριμένη πρόταση πανω σε κάποιο απο τα  θεματα που προαναφέρθηκαν μέχρι τα μέσα Απριλίου.

Η διαδικασία που προτείνουμε είναι να κατατεθούν ολες οι πρότασεις  να ταξινομηθούν και στη συνέχεια να κοινοποιηθούν σε ολους τους συμμετέχοντες έτσι ωστε να προετοιμασθούν για την ημερα της συνάντησης.

Η συνάντηση προτείνουμε να έχει την εξής δομή.

-Παρουσίαση της κάθε πρότασης

- Ερωτήσεις για περισσότερες διευκρινήσεις

- συζήτηση

- πιθανή συμφωνία για περαιτέρω δράση.

Οι συντονιστές:
Γιώργος Παπανικολάου
Οργανωτική ομάδα φεστιβάλ των Κοινών

Wereldwijd online gebruik van CC-licenties

CC Netherlands, April 09, 2014 09:38 AM   License: Naamsvermelding 3.0 Nederland

Leonhard Dobusch, voorzitter van D64, ‘Zentrum fur Digitalen Fortschritt’ heeft twee designers gegevens laten verzamelen over het gebruik van Creative Commons-licenties. Zij hebben deze omgezet in een interessante infographic.

De gegevens zijn onderverdeeld in afbeeldingen, teksten, video’s en geluidsopnames. De meeste afbeeldingen vrijgegeven onder CC-licenties zijn op Flickr te vinden, waarvan 28% onder Creative Commons-Naamsvermelding-NietCommercieel-GelijkDelen. Hierna volgen Wikimedia Commons, 500PX en Wellcome Images. In totaal zijn er meer dan 307 miljoen afbeeldingen gepubliceerd onder Creative Commons-licenties op deze platformen.

Wikipedia heeft, met meer dan 30,3 miljoen artikelen, veruit de meeste teksten vrijgegeven onder CC-licenties. Hierna volgen Wikimedia Commons, Archive.org en Public Library of Science. De meeste teksten zijn vrijgegeven onder Creative Commons-Naamsvermelding. Op Directory of Open Acces Journals is zelfs meer dan de helft vrijgegeven onder de licentie.

Wat betreft video’s is YouTube de grootste platform, waar 4 miljoen video’s worden vrijgegeven onder CC-Naamsvermelding. Samen met Vimeo, Archive.org en Wikimedia Commons zijn er inmiddels meer dan 7,3 miljoen CC-video’s beschikbaar.

Archive.org is de grootste platform qua CC-geluidopnames. Hierna zijn dat Jamendo, Wikimedia Commons, Free Music Archive, Freesound en CCmixter. Totaal zijn er meer dan 1,3 miljoen geluidopnames onder CC-licenties aangeboden.

Dit geeft een totaal van meer dan 400 miljoen CC-gelicenseerd werk op het internet, waar de specifieke cijfers terug te vinden zijn op ‘Because we love the net: Creative Commons in numbers’. Hier is het CC-gelicenseerd werk van Europeana.eu en SoundCloud niet meegeteld. Toch stelt Europeana.eu meer dan 8 miljoen CC-gelicenseerd werk beschikbaar. Helaas zijn bij SoundCloud deze gegevens niet beschikbaar.

Wij hopen dat iedereen CC-licenties gebruikt op eigen werk en deze upload op één van deze platforms en daarmee het totaal kunnen (blijven) uitbreiden.

Bekijk hier de hele infographic.

台灣創用CC計畫 工讀生徵才

CC Taiwan, April 09, 2014 02:11 AM   License: 姓名標示-相同方式分享 3.0 台灣

名額:1名。
薪資:依學歷日薪給付(1000元/日上下)。
工作時間:依工作量調整,每週間安排約1-2個工作天(09:30-17:30)。
聘用期間:2014年5-12月
工作地點:南港中研院資創中心。
性別、學歷:不拘。

能力需求:
不限背景,基本電腦操作能力,樂於學習,做事細心。對開放授權議題有興趣者尤佳。
工作內容:
網站文章上稿、資料搬遷、電子報編輯、電腦重整等計畫相關之交付執行工作。

應徵方式:視情形擇優通知面試,不合者恕不退件及函復。
--請將履歷於2014/04/24前寄至:allywang@iis.sinica.edu.tw,王小姐。
--郵件主旨撰寫格式:【應徵計畫工讀生】-中文姓名。
--附加包含自傳、基本資料(學經歷、聯絡方式、最快工作日期)等文件。
--自傳、基本資料電子檔文件請用 ODT 或 PDF 格式寄送。

Wiki lubi podręczniki – konkurs wolnych ilustracji do e-podręczników

CC Poland, April 08, 2014 07:28 AM   License: Uznanie autorstwa 2.5 Polska

Wikimedia Polska w partnerstwie z Ośrodkiem Rozwoju Edukacji (który tworzy e-podręczniki w programie Cyfrowa Szkoła) organizuje konkurs Wiki lubi e- podręczniki na wyszukiwanie, dostosowywanie i tworzenie od nowa wolnych ilustracji do e-podręczników. Wszystkie zasoby muszą być udostępnione na licencji Creative Commons Uznanie autorstwa.
Wiki lubi e-podręczniki

„E-podręczniki do kształcenia ogólnego” (pisaliśmy o nim wiele razy wcześniej) współfinansowany ze środków Europejskiego Funduszu Społecznego w ramach Programu Operacyjnego Kapitał Ludzki  i jest jednym z pierwszych tak dużych narodowych programów tworzących otwarte zasoby edukacyjne. W rama programu, a teraz również konkursu mogą powstać zasoby, które będą nie tylko wykorzystywane w podręcznikach, ale wzbogacą również zasoby projektów Wikimedia albo dowolny inny otwarty projekt edukacyjny czy wydawniczy.

Do konkursu zostały przygotowane specjalne tabele z zapotrzebowaniem autorów/ek podręczników na zasoby graficzne i fotografie, za przesłane materiały osoby uczestniczące w konkursie będą otrzymywać punkty, a osoby z ich największa ilością na koniec otrzymają nagrody. Konkurs będzie mieć 4 edycje.

Sama formuła konkursu sprawdziła się wcześniej podczas serii konkursów Wiki lubi zabytki, w których można było wzbogacać zasoby Wikipedii o zdjęcia zabytków (edycje krajowe odbywały się w kilkudziesięciu krajach).

Rijdende rechter: Voorwaarden en Auteursrecht

CC Netherlands, April 07, 2014 10:05 AM   License: Naamsvermelding 3.0 Nederland

Afgelopen week was er op de NCRV een interessante uitzending van De Rijdende Rechter te zien. In een half uur wordt een zaak uiteengezet waarin fotograaf Nelson Mooren geld eist voor het onrechtmatig gebruik van een door hem gemaakte foto door stadsgidsenmaker inyourpocket.

Mooren had in 2009 meegedaan aan fotowedstrijd in Amsterdam Zuidoost. Door mee te doen aan deze wedstrijd ging hij akkoord er met de bijbehorende voorwaarden. Hierin stond onder andere:

 De deelnemer geeft Zuidoost Partners toestemming zijn/haar foto’s rechtenvrij te publiceren voor niet commerciële promotionele doeleinden, zowel in print als elektronisch.

Dit betekende echter niet dat partijen als inyourpocket de foto mogen hergebruiken zonder daarvoor expliciet toestemming te vragen bij Mooren, en al helemaal niet zonder naamsvermelding. Inyourpocket was in de veronderstelling dat hij de foto van Mooren wel zonder naamsvermelding mocht gebruiken, vanwege de voorwaarden van de fotocompetitie. De voorwaarden waren echter alleen maar van toepassing op Zuidoost Partners en geen enkele andere organisatie. Kortom, dit soort clausules leiden tot verwarring.

Hamer

Uitsnede van “My Trusty Gavel” door Brian Turner / CC BY 2.0

Tijdens de uitzending kreeg een vriend van Creative Commons kans zijn mening over de zaak te geven. Sebastiaan ter Burg, een fotograaf die zijn werk grotendeels onder Creative Commons-licenties uitbrengt brak een lans voor de sterke gestandaardiseerde voorwaarden van Creative Commons en gaf een kritiek op het verouderde businessmodel dat rust op geld verdienen met exclusieve overeenkomsten voor eenmalige publicaties.

Slecht opgestelde voorwaarden kunnen nogal eens tot problemen leiden. Zo ook in dit geval. Mooren kreeg zijn gelijk tijdens de zitting, en hier zijn wij blij mee. Wat wij jammer vinden is dat slechte voorwaarden meer regel dan uitzondering zijn bij wedstrijden met creatieve werken, we zijn dan ook bang dat dit soort disputen vaak voorkomen. Bij wedstrijden kun je met goede algemene voorwaarden zorgen voor eerlijk hergebruik van het ingezonden materiaal, gebruik maken van Creative Commons-licenties is hier een goed voorbeeld van. Hou je een wedstrijd met creatieve werken en ben je op zoek naar goede voorwaarden? Neem contact op met Creative Commons Nederland voor advies over het gebruik van onze licenties.

Bekijk hier de hele aflevering.

How different would the net be without Firefox?

Mike Linksvayer, April 06, 2014 09:23 PM   License: CC0 1.0 Universal

David Flanagan, latest making claim I’ve read many times:

Without Mozilla, there would have been no Firefox, and the internet would be very different today.

Mitchell Baker in only a few more words included a combined mechanism and outcome:

We moved the desktop and browsing environments to a much more open place, with far more options and control available to individuals.

Baker further explained Mozilla aims to make an analogous difference in the computing environment of today and the future:

Today we live in a different online era. This era combines desktop, mobile devices, cloud services, big data and a social layer. It is feature-rich, highly centralized, and focused on a few giant organizations that exert control over almost all aspects of the experience. Today’s computing environment is deeply in need of an open, exciting alternative that shows what the Open Web brings to this setting — something built on parts including Firefox OS, WebGL, asm.js, and the many other innovations being developed at Mozilla. It is comparable to the desktop computing environment we set out to revolutionize when we started Mozilla.

Mozilla needs to bring a similar scope of change to the new computing era. Once again, Mozilla needs to break down the walled gardens of online life and bring openness and opportunity to all. Once again, we have the chance to build products and communities in a way that no one else will.

(Baker’s post announced Brendan Eich as CEO, Flanagan lays out some information following Eich’s resignation. That crisis presumably changed nothing about evaluations of Mozilla’s previous impact, nor its plans for analogous future impact. The crisis just provided an opportunity for many to repeat such evaluations and plans. This post is my idiosyncratic exploitation of the opportunity.)

Those are important claims and plans, and I tend to strongly agree with them. My logic, in brief:

  • there’s a lot of scope for the net (and society at large) to be substantially more or less “open” than it is or might be due to relatively small knowledge policy and knowledge economy changes;
  • there’s a lot of scope for commons-based projects to push the knowledge economy (and largely as an effect, knowledge policy) in the direction of “open”;
  • due to network effects and economies of scale, huge commons-based projects are needed to realize this potential for pushing society in an “open” direction;
  • Mozilla is one of a small number of such huge commons-based projects, and its main products have and will be in positions with lots of leverage.

Independent of my logic (which of course I doubt and welcome criticism of) for agreeing with them, I think claims about Mozilla’s past and potential future impact are important enough to be criticized and refined rather than suffering the unremitting bludgeoning of obscurity or triviality.

How could one begin to evaluate how much and what sort of difference Mozilla, primarily through Firefox, has made? Some things to look at:

  • other free/open source software browser projects;
  • competition among proprietary browsers;
  • differences between Firefox and proprietary browsers in developing and implementing web standards;
  • all aspects of Mozilla performance vs. comparable (Mozilla is different in many respects, but surely amenable to many tools of organizational evaluation and comparison) organizations;
  • 2nd order effects of a superior (for a period, and competitive otherwise) free/open source browser, e.g., viability of free desktop (though never achieving significant market share, must be responsible for huge increases in consumer surplus due through constraint on proprietary pricing and behavior) and inspiration for other open source projects, demonstration of feasibility of commons-based competition in mass market.

It’s possible that such questions are inadequate for characterizing the impact of Mozilla, but surely they would help inform such characterization. If those are the wrong questions, or the wrong sort of questions, what are the right ones? Has anyone, in any field, taken evaluation of Mozilla’s differential impact beyond the Baker quote above? I’d love to read about how the net would have been different without Firefox, and how we might expect the success or failure of new Mozilla initiatives to produce different worlds.

These kinds of questions are also important (or at a minimum, interesting to me) for other commons-based initiatives, e.g., Wikimedia and Creative Commons.

Przegląd linków CC #127

CC Poland, April 06, 2014 06:49 PM   License: Uznanie autorstwa 2.5 Polska

1. W Gazecie Wyborczej dłuższy wywiad z Jarosławem Lipszycem z Fundacji Nowoczesna Polska, który komentuje rządowej propozycje darmowych epodręczników w kontekście projektów otwartych zasobach edukacyjnych, które są w Polsce tworzone i rynku wydawniczego.

2. Clint Lalonde opowiada na swoim  blogu jak działa zamknięte koło kursów bazujących na podręcznikach, w których ich autorzy nie chcą i nie pozwalają dokonywać zamian. Jego historia doprowadziła go to zaangażowania się w otwarte zasoby edukacyjne, ale systemowo, na co zwraca uwagę ten problem tzw. “teacher proofing” prowadzi do obniżania kompetencji samych nauczycieli jak i oferowania co raz słabszych, zestandaryzowanych scenariuszy kursów i lekcji.

3. Na tym samym blogu znajdziecie instrukcję i fragment kodu pozwalającego łatwo dodać Wam wyszukiwarkę materiałów na licencjach Creative Commons do Waszej strony. Autorem kodu jest pracujący w Kennislandzie Maarten Zeinstra.

4. OER Research Hub publikuje pierwsze informacje i wyniki badań projektu korzystania z i wpływu na studentów i wykładowców otwartych podręczników OpenStax wydawanych na Uniwersytecie Rice.

5. David Wiley pisze o efektywności, idealnych proporcjach i mierzeniu wpływu otwartych zasobów edukacyjnych. Skomplikowany temat, w którym Willey argumentuje, że sama efektywność nauczania nie może być jedynym czynnikiem wyboru zasobów edukacyjnych i podręczników, z racji na dobro klientów edukacji czyli rodziców czy uczniów należy szukać złotych proporcji między efektywnością a kosztownością danych modeli wydawniczych.

6. Peer 2 Peer Univeristy pisze o swoich startegicznych planach i prosi o opinie swoich użytkowników.
choose free license

7. Aharon Varady w ramach projektu Open Siddur przygotowała aktualizacje świetnego drzewa decyzyjnego wyboru odpowiedniej wolnej licencji  dla treści, projektów, oprogramowania. Grafika powyżej dostępna na licencji Creative Commons Uznanie autorstwa – Na tych samych warunkach.

8. Saylor Acadmy, które otwiera w USA podręczniki akademickie (a od ubiegłego roku również szkolne) zaczyna przyjmować dotacje finansowe. Projekt nie jest zagrożony finansowo, ale chce rozszerzać możliwości zabezpieczania pracy nad otwartymi zasobami edukacyjnymi w przyszłości, a z racji na popularność osoby, które chcą mu pomagać teraz mogą wybrać między angażowaniem się w prace np. redakcyjne lub zakup cegiełki.

 

Sony claimt auteursrecht op open video

CC Netherlands, April 06, 2014 11:52 AM   License: Naamsvermelding 3.0 Nederland

Update (7 April 2014): Inmiddels is Sintel weer te bekijken op YouTube.

Sony heeft op Youtube Sintel, een film van de Blender foundation, laten blokkeren. De Blender Foundation maakt open source graphics- en animatiesoftware. Om deze software te demonstreren maakt Blender regelmatig korte animatiefilms. Deze films worden altijd onder Creative Commons-licenties gepubliceerd.

Uitsnede van de YouTube player

Uitsnede van de YouTube player

YouTube biedt mogelijkheden voor grote media uitgevers om materiaal automatisch te blokkeren wanneer er inbreuk gemaakt wordt op het auteursrecht van deze uitgevers. Dit systeem heet YouTube Content ID. In dit geval claimt Sony dat Blender inbreuk maakt op het auteursrecht van Sony. Sony maakt misbruik van dit systeem door een film waarvan de rechten geheel bij Blender liggen niet meer toegankelijk te maken.

Ton Roosendaal reageert op verwijdering Sintel YouTube

Ton Roosendaal, voorzitter van de Blender Foundation, geeft aan dat Sony de animatiefilm toegevoegd heeft aan hun ‘Video Unlimited 4K’ catalogus. Doordat Blender de film onder Creative Commons-licentie heeft vrijgegeven mag Sony de film verder verspreiden. Dit betekent alleen niet dat ze nu ook een auteursrechtelijk claim hebben op de film.

De blokkering van Sintel geeft weer eens aan hoe moeilijk het is om toegang en auteursrecht uit elkaar te halen en hoe automatische systemen zoals YouTube’s Content ID niet gericht zijn op partijen die hun producties open willen delen. Hoewel Sintel op dit moment niet te bekijken is op YouTube kan je de korte film altijd downloaden op http://www.sintel.org/download

“Camila”: el primer disco con licencia CC + cláusula mantera

CC Spain, April 03, 2014 04:12 PM   License: Reconocimiento 3.0 España

licencia_mantaCamila Monasterio es una artista española que acaba de sacar a la venta su homónimo disco debut Camila (2014). Lo suyo es la música brasileña, el reggae y el soul. El disco para descarga digital se vende a €0 o más, y el CD en formato digipack por €8.

Toda su música se distribuye bajo una licencia Creative Commons No-Comercial con una novedosa cláusula adicional agregada por la artista, la “cláusula mantera”. Esta cláusula, que no forma parte del repertorio estándar de licencias de Creative Commons, permite explícitamente el uso comercial de la obra por vendedores callejeros ambulantes (el “top manta“).

Entrevistamos a Camila para tratar de entender mejor su “cláusula mantera”:

CC: ¿Cuándo fue la primera vez que tuviste contacto con las licencias Creative Commons?

CM: Llegué a las Creative Commons allá por el 2007, en el momento en que mi banda de reggae (Hotdrop) iba a editar su primer disco. Uno de nosotros llegó con la idea de estas licencias, a mí me encantó la idea, porque además resultaba lógico. Nosotros decidíamos los términos en los que se difundiría nuestra música.

Para mí el blindaje de una propiedad intelectual que defiende contra competidores e intrusos no tiene mucho sentido. Una cosa es que se te reconozcan los derechos como autora y otra es que lo que tú crees tenga que estar sujeto a las normas hechas a medida para que ciertas formas de negocio triunfen.

CC: ¿Consideras que entiendes a cabalidad las leyes de copyright de España y Europa? ¿Crees que los demás artistas las entienden?

CM: Reconozco que la complejidad del funcionamiento de la gestión de la propiedad intelectual me sobrepasa. Hay muchas cosas que no entiendo y en varias ocasiones amigos expertos han dedicado ratos largos a explicarme su intríngulis. De todas formas, para mí un ‘todos los derechos reservados’ es demasiado conservador si se pretende un crecimiento y desarrollo de la cultura a diferentes niveles de profesionalidad y al alcance de todo el mundo.

No creo además que la mayoría de los artistas entiendan muy bien las entrañas de la gestión de la propiedad intelectual (y me incluyo). Me atrevería a decir que sólo los artistas que de alguna forma cuestionan la forma actual de la PI, son los que se han atrevido a bucear por estos lares.

CC: ¿Si pudieras establecer un sistema de leyes respecto al copyright para favorecer a los artistas emergentes, qué harías?

CM: La verdad que mi interés en el tema no va tanto porque como artista emergente o independiente esto no me favorece. Internet ha dejado todo patas arriba y las leyes en pos de la protección de esa propiedad intelectual son cada vez más severas. El pensar que alguien pueda acabar en la cárcel por descargar material protegido con copyright me parece de ciencia ficción, pero es algo que podrá ocurrir si se aprueba la próxima reforma del Código Penal.

Creo que es crucial desligar la idea de PI con la supuesta protección de la cultura; lo que se protege con tal dureza es un negocio en el que la cultura es la mercancía. Si se trata el capital cultural como un objeto más o menos rentable y no como un bien común, la ciudadanía sale perdiendo. Crear leyes férreas para la difusión de la cultura es, hoy día, ponerle puertas al campo, y diría yo contraproducente para generar esa conciencia colectiva de cultura.

CC: ¿En qué momento se te ocurrió la “cláusula mantera”?

CM: Estaba tratando de decidirme sobre la licencia del disco. Tenía claro que iba a ser Creative Commons y que la iba a poner a precio libre (incluyendo el gratis) para que todo el mundo que quisiera la pudiera tener. La pega era si dar permiso para hacer uso comercial. Estaba ya convencida de poner una ‘no comercial’, porque con autogestión hacer música cuesta un esfuerzo económico. Pero me escocía el tema de la manta.

Yo participo en la Asociación sin Papeles de Madrid, donde ahora estamos llevando a cabo una campaña contra la reforma del Código Penal (dentro de la plataforma NoSomosDelito) que contempla que vender en la manta volverá a ser delito (se despenalizó en 2010 tras una dura campaña). Conocemos de cerca el tremendo dolor con la que muchas leyes se traducen en las vidas de nuestros compañeros.

Hablando con una amigo (David Aristegui) me dijo que por qué no añadía un permiso específico para que se pueda vender en la manta. Nos pareció que hacer una cláusula así servía para visibilizar lo sangrante que es que los manteros puedan ser condenados al circuito penal eterno. Ésta es una de las atrocidades actuales: que en el supuesto nombre del arte alguien que apenas sobrevive sea criminalizado. ¿De verdad la creatividad, el arte, o nuestros derechos como autoras reciben tal agresión por parte de los manteros que hay que responder con semejante violencia?

CC: ¿Algo más que quieras decir?

CM: Las leyes deberían responder a los intereses de un bienestar común. No sólo al de unos pocos. Una alternativa es elegir o adaptar nosotras mismas las licencias para evitar que alguien regule en tu nombre. Otra es, con estructuras sociales preparadas para ello (cooperativas o algo similar) seamos capaces de autogestionarnos. O que las sociedades que gestionan las PI tomen un rumbo diferente a la actual. O más bien las tres cosas a la vez, y seguro que hay muchas más posibilidades.

Yo no le veo mucho sentido a mantener un modelo que sobre todo defiende un negocio particular. Con esto no quiero decir que todo tenga que ser gratis, y que los artistas no merecen retribución por su trabajo, ni mucho menos. Pero creo que esta devolución que se le hace a artistas no debería pasar por legislar con semejante dolor. Y esa me parece una buena razón como para ponerse a pensar en algo mejor.

Puedes escuchar su disco y apoyar este proyecto en BandCamp »

A plan for a plan to accelerate clarity on “NonCommercial” by 100%

Mike Linksvayer, April 01, 2014 08:39 PM   License: CC0 1.0 Universal

After 11+ years, 4 major license suite versions, focused research, and movement education campaigns, Creative Commons achieved a quantum increase in the clarity of the definition of NonCommercial as used in some of (CC-BY-ND does not) its semicommons licenses:

not primarily intended for or directed towards commercial advantage or private monetary compensation.

In the next 11+ years, Creative Commons can improve this performance by precisely 100% — remove two more words from the definition. Nobody knows which words yet: discovery will take years of versioning, research, outreach, collaboration with NonCommercial definition reusers, and perhaps a party. The result, even if not intended to change the substantive meaning of the definition, will bring an unprecedented level of clarity to NonCommercial. We can only look forward to but not yet imagine the next one.

CC-gelicenseerde wetenschappelijke experimenten

CC Netherlands, April 01, 2014 02:25 PM   License: Naamsvermelding 3.0 Nederland

Get set demonstrate, een campagne van British Science Association, heeft een film met wetenschappelijke experimenten op YouTube gepubliceerd onder Creative Commons-licentie Naamsvermelding. Het filmpje is bedoeld om leraren van middelbare scholen aan te moedigen om experimenten te gebruiken binnen de les om hun leerlingen meer te leren over wetenschap.

Naast deze lange film zijn er ook losse experimenten beschikbaar, waarbij specifieke handleidingen zijn geschreven die je gratis kan downloaden onder het kopje ‘Free demo videos & written guides’. Ook deze handleidingen zijn aangeboden onder Creative Commons-licentie Naamsvermelding.

Het aanbieden van deze filmpjes en handleidingen passen goed binnen de Open Educational Resources-beweging. Binnen deze OER-beweging staat het open lesmateriaal centraal, dat gebruikt kan worden om innovatief les te geven en om te leren.

Net als ‘Get set demonstrate’ worden er steeds meer filmpjes op YouTube gepubliceerd onder Creative Commons-licenties. Het gebruik van CC-licenties geeft de videomaker namelijk de keuzevrijheid om toestemming te verlenen aan anderen om hun werk te gebruiken. YouTube heeft voor videomakers die hun werk willen uploaden met Creative Commons-licenties een pagina aangemaakt. Doe mee aan de OER-beweging en deel je werk ook onder CC-licenties!

Приняты поправки в Гражданский кодекс Российской Федерации, касающиеся открытых лицензий (аналогичных лицензиям Creative Commons и GNU FDL)

CC Russia, April 01, 2014 11:23 AM   License: License

12 марта 2014 года Президентом Российской Федерации В.В. Путиным подписан Федеральный закон N 35-ФЗ «О внесении изменений в части первую, вторую и четвертую Гражданского кодекса Российской Федерации и отдельные законодательные акты Российской Федерации», который содержит поправки в часть четвертую ГК РФ, касающиеся использования открытых лицензий (аналогичных лицензиям Creative Commons, GNU FDL) на территории Российской Федерации.

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To Υπουργείο Εργασίας των Η.Π.Α εφαρμόζει άδειες Creative Commons για όλες τις εργασίες που δημιουργήθηκαν με επιχορήγηση

CC Greece, March 31, 2014 06:13 PM   License: Αναφορά Δημιουργού 3.0 Ελλάδα

Τα Creative Commons(CC) εργάζονται ενεργά για την υποστήριξη ιδρυμάτων, κυβερνήσεων, διακυβερνητικών οργανισμών και άλλους, που δημιουργούν, υιοθετούν και εφαρμόζουν ανοικτές πολιτικές. Πιστεύουμε ότι οι χρηματοδοτούμενοι πόροι από το δημόσιο θα πρέπει να είναι από πόρους με  ανοιχτές άδειες.

Για την υποστήριξη αυτών και άλλων προσπαθειών ανοικτής πρόσβασης, τα CC είναι έτοιμα να ξεκινήσουν ένα δίκτυο Ανοικτής Πολιτικής και Ινστιτούτο για  το Open Leadership.

Το Υπουργείο Εργασίας των ΗΠΑ έχει ανοίξει το δρόμο της ανοιχτής πρόσβασης, πρώτον με το Career Pathways Innovation Fund Grants Program, και ύστερα με το πρόγραμμα επιχορήγησης Community College Career Training. Τώρα υιοθετούνται οι άδειες Creative Commons Attribution (CC BY) για όλο το περιεχόμενο που δημιουργήθηκε με  επιχορήγηση.

Το Υπουργείο Εργασίας των ΗΠΑ ανακοίνωσε τη διαθεσιμότητά περίπου $150 εκατομμύρια για το πρόγραμμα επιχορήγησης H-1B Ready to Work Partnership. Επίσης το ίδιο υπουργείο θα χρηματοδοτήσει περίπου 20-30 υποτροφίες. Το πρόγραμμα επιχορήγησης έχει σχεδιαστεί για να παρέχει σε μακροχρόνια ανέργους εξατομικευμένη συμβουλευτική, κατάρτιση, υποστηρικτική καθώς και εξειδικευμένες υπηρεσίες που οδηγούν σε ταχεία απασχόληση σε σχετικά επαγγέλματα και κλάδους.

Η σχετική απόφαση βρίσκεται εδώ.

Πηγή: www.opensource.com

Alchemy--實驗性的開放電腦繪畫計畫

CC Taiwan, March 31, 2014 03:59 PM   License: 姓名標示-相同方式分享 3.0 台灣

煉金術(Alchemy)指,將原不相稱、性質矛盾的元素,經由理性無法解釋的過程組合出意想不到的結果」─ Figurative。

Alchemy是一個開放繪畫計畫,去探索人們如何用電腦的素描速寫、繪畫等方式創造出新的藝術表達方法。Alchemy並非一個創造藝術完成品的軟體,但它激發你腦袋裡的想法視覺化,將點子以即興和實驗性的方式表達出來,拓展創作的可能性和空間,為初始階段的創造過程提供了一個素描的環境。

  http://al.chemy.org/

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Przegląd linków CC #126

CC Poland, March 29, 2014 03:53 PM   License: Uznanie autorstwa 2.5 Polska

NYPL CCO map collection1. Biblioteka Publiczna Nowego Jorku udostępniła 20 000 map z domeny publicznej, równolegle udostępniając je również na licencji Creative Commons Zero (tam, gdzie cześć praw nadal przysługiwałaby bibliotece). Mapy dostępne są przez stronę cyfrowej kolekcji, a aby je pobrać w wysokiej jakości musimy założyć tam konto i skorzystać z usługi Wrapper, która ułatwia wykorzystanie map min. w Open Street Map.

2. Etyka a różnice między różnymi licencjami? Tak, warto nad tym również się czasem zastanowić dlatego polecamy artykuł na OER Research Hub Robba Foorwa, który rozważa jakie pytania etyczne powinni stawiać sobie badacze zajmujący się otwartością i otwartymi zasobami?

3. Licencje Creative Commons Uznanie autorstwa zostały wpisane, jako obowiązkowe do użycia w programie wspierania innowacyjnych ścieżek zawodowych Departamentu Pracy USA wartym 150 milionów dolarów,

4. Na OpenSource.com wywiad z edukatorem i autorem książki używaniu otwartego oprogramowania w edukacji Chris’em Whittumem, który opowiada o tym jak jaki potencjał edukacyjny ma open source w szkole.

5. W ubiegłym tygodniu minęło 10 lat od wydania w sieci książki Wolna Kultura, prof. Lawrence’a Lessiga, współzałożyciela Creative Commons.

6. Na łamach Huffington Post raperka Kellee Maize opisuje swoje doświadczenia i elementy sukcesu na rynku muzycznym w tym użycie do promocji dzielenia się swoją muzyką na licencjach Creative Commons (Uznanie autorstwa). Muzyczka tłumaczy dlaczego użycie licencji jest znacznie lepsze, od powszechnego rozdawania muzyki za darmo, które nie daje żadnych praw odbiorcom.

7. Świadectwa o tym dlaczego warto w publikowaniu naukowym porzucić warunek NC (Użycie niekomercyjne) i używać w pełni wolnych licencji pojawiają się w wielu miejscach np. ostatnio na blogu Gary;ego F. Daught’a, który promuje Open Access w naukach religii i teologii.

8. Otwarte formy produkcji wiedzy wyrażają się w najróżniejszy sposób, jednym z ciekawszych ostatnio są maratony tłumaczeń tzw. Translate-a-thon, podczas którego wolontariusze podczas weekendowej imprezy tłumaczą materiały dla grupy organizacji pozarządowych.

CC BY 4.0 required on U.S. Department of Labor $150M grant

Creative Commons, March 28, 2014 11:22 PM   License: Attribution 3.0 Unported

US Department of Labor Logo

Creative Commons actively works to support foundations, governments, IGOs and other funders who create, adopt and implement open policies. We believe publicly funded resources should be openly licensed resources.

To support these and other emerging open policy efforts, CC is about to launch, with multiple global open organizations, an Open Policy Network and Institute for Open Leadership.

The U.S. Department of Labor (DOL) has led the way in using open policy requirements in solicitations for grant requirements first with its Career Pathways Innovation Fund Grants Program (http://www.doleta.gov/grants/pdf/SGA-DFA-PY-10-06.pdf), then with its Trade Adjustment Assistance and Community College Career Training grant program (doleta.gov/taaccct). Now they are once again requiring the Creative Commons Attribution (CC BY) license on all content created with the grant funds and modifications made to pre-existing, grantee-owned content using grant funds in their Ready to Work Partnership grant program. Bravo!

The U.S. Department of Labor has announced the availability of approximately $150 million in funds for the H-1B Ready to Work Partnership grant program. DOL expects to fund approximately 20-30 grants with individual grant amounts ranging from $3 million to $10 million. This grant program is designed to provide long-term unemployed workers with individualized counseling, training and supportive and specialized services leading to rapid employment in occupations and industries for which employers use H-1B visas to hire foreign workers. http://www.doleta.gov/grants/pdf/SGA_DFA_PY_13_07.pdf

Here is the open policy text in the grant solicitation:

  • To ensure that the Federal investment of these funds has as broad an impact as possible and to encourage innovation in the development of new learning materials, as a condition of the receipt of a Ready to Work grant, the grantee will be required to license to the public all work (except for computer software source code, discussed below) created with the support of the grant under a Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY) license. Work that must be licensed under the CC BY includes both new content created with the grant funds and modifications made to pre-existing, grantee-owned content using grant funds.
  • This license allows subsequent users to copy, distribute, transmit and adapt the copyrighted Work and requires such users to attribute the Work in the manner specified by the grantee. Notice of the license shall be affixed to the Work. For general information on CC BY, please visit http://creativecommons.org/licenses/by/4.0. Instructions for marking your work with CC BY can be found at http://wiki.creativecommons.org/Marking_your_work_with_a_CC_license.
  • Questions about CC BY as it applies to specific Ready to Work grant applications should be submitted to DOL to the Grants Management Specialist specified in Section VII.
  • Only work that is developed by the grantee with the grant funds is required to be licensed under the CC BY license. Pre-existing copyrighted materials licensed to, or purchased by the grantee from third parties, including modifications of such materials, remain subject to the intellectual property rights the grantee receives under the terms of the particular license or purchase. In addition, works created by the grantee without grant funds do not fall under the CC BY license requirement.
  • The purpose of the CC BY licensing requirement is to ensure that materials developed with funds provided by these grants result in Work that can be freely reused and improved by others. When purchasing or licensing consumable or reusable materials, grantees are expected to respect all applicable Federal laws and regulations, including those pertaining to the copyright and accessibility provisions of the Federal Rehabilitation Act.
  • Further, the Department requires that all computer software source code developed or created with Ready to Work grant funds will be released under an intellectual property license that allows others to use and build upon them. Specifically, the grantee will release all new source code developed or created with grant funds under an open license acceptable to either the Free Software Foundation and/or the Open Source Initiative.
  • Separate from the CC BY license to the public, the Federal Government reserves a paid-up, nonexclusive and irrevocable license to reproduce, publish, or otherwise use, and to authorize others to use for Federal purposes: the copyright in all products developed under the grant, including a purchases ownership under an award (including, but not limited to, curricula, training models, technical assistance products, and any related materials).

Well done U.S. Department of Labor for once again demonstrating how to properly implement an open policy.

The U.S. Department of Labor seal is in the public domain.

El proyecto de Creative Commons para contribuir al Acceso Libre en el mundo académico chileno

CC Chile, March 28, 2014 09:03 PM   License: Atribución-NoComercial-CompartirIgual 2.0 Chile

Por Arelis Uribe

La rama chilena de Creative Commons reside en la ONG Derechos Digitales, desde donde se levantan iniciativas para promover el conocimiento libre. Entre sus proyectos está “Promoviendo el Conocimiento Abierto: Cómo facilitar la adopción de Creative Commons en el mundo académico”, que busca difundir el Open Access o acceso abierto entre universidades y estudiantes. ¿Cómo ha marchado esta iniciativa en el país? Juan Carlos Lara, Director de Contenidos de Derechos Digitales, nos cuenta.

¿Cómo nace esta iniciativa?
En Derechos Digitales, buscamos un impacto en la adopción de licencias abiertas. En Chile, sigue siendo un problema el desaprovechamiento de la tecnología en la difusión del conocimiento, así como las barreras legales que impiden la circulación abierta y lícita del conocimiento. Tener el apoyo de Creative Commons para este desarrollo ha sido crucial.

¿Y en qué consiste el proyecto como tal?
Básicamente, en la revisión de las condiciones legales de las revistas académicas en Chile y las percepciones de las personas que producen este tipo de revistas. Es decir, un examen cuantitativo para conocer los niveles de información y gestión de derechos en las revistas, además de un análisis de la visión que tienen sus productores. Esto concluirá en un taller con las personas involucradas para operativizar nuestras recomendaciones de acceso abierto.

Y en la marcha, ¿cómo ha funcionado todo?
La parte de análisis de políticas ha sido muy trabajoso, pero alguien tiene que hacerlo. Así logramos mapear tendencias y detectar problemas que no siempre se vinculan a derechos, sino con prácticas de publicación. Esto se complementará con lo que nos puedan contar los propios actores en entrevistas.

Este proyecto comenzó en 2008, ¿qué hallazgos puedes destacar hasta ahora?
El diagnóstico es más o menos el mismo que hemos visto en estudios anteriores: cuesta introducir temas relativos a la gestión de derechos de autor en los artículos, tanto con los autores como con los lectores. Hemos trabajado por años para que haya avances y creemos que sí los hay, pero aún falta conciencia sobre temas importantes, que en su mayoría son específicos o técnicos.

Un hallazgo importante es que encontramos uso de licencias CC en el mundo académico, especialmente en ciertos repositorios. Los temas pendientes, sobre los que no hay mucha información, se refieren a condiciones muy específicas, como la publicación de preprints o posprints, o la sumisión a otras revistas o embargos posibles. Creemos que el avance en la preocupación por estos detalles refleja la seriedad que merece la publicación académica, así que estamos optimistas. Queremos que exista esa misma seriedad en permitir que el conocimiento llegue a más personas.

Si te interesa el tema, puedes revisar “Políticas editoriales de publicaciones académicas”, un resumen de la investigación realizada en 2008 por ONG Derechos Digitales, donde se revisan algunas de las principales políticas editoriales sobre publicaciones académicas en Chile y el acceso y uso de las mismas.

CC-NL Jaaroverzicht 2013

CC Netherlands, March 28, 2014 01:22 PM   License: Naamsvermelding 3.0 Nederland

CCNL Jaaroverzicht

De afgelopen drie jaren werkte CC-NL met de steun van het ministerie van OCW aan uitvoering van een meerjarig activiteitenprogramma. Dat stelde ons in staat om een aantal grotere projecten en evenementen te organiseren. Als je geïnteresseerd bent in het complete overzicht van het afgelopen jaar dan kun je hier ons jaaroverzicht 2013 bekijken: CC-NL Jaaroverzicht 2013